Você que vive gripado, com infecções respiratórias, nariz constipado, com os filhos tendo gripe atrás de gripe ou que está cogitando tomar vacina para gripe (Triunfo da Indústria Farmacêutica para ganhar dinheiro às custas da SUA saúde. Muito dinheiro para resultados devastadores no corpo humano, mas ok, melhor parar por aqui pois este não é o nosso assunto), saiba que o seu corpo (ou de seus filhos) tem todos os elementos necessários para combater qualquer gripe ou bactéria que o invada, basta ativar os mecanismos corretos.

E mais uma vez, a subestimada vitamina D, é a substância que faz com que o nosso organismo produza o principal e mais potente antibiótico, a catelicidina, capaz de combater não somente vírus, como os da gripe, como diversas outras infecções causadas por fungos e bactérias, como:

✔ Infecções entéricas;

✔ Infecções das vias respiratórias superiores;

✔ Pneumonia;

✔ Otite média;

✔ Infecções por Clostridium;

✔ Vaginoses;

✔ Infecções do trato urinário;

✔ Sepse;

✔ Dengue;

✔ Hepatite B;

✔ Hepatite C;

✔ Infecções por HIV.

A diminuição do uso de antibióticos em pessoas que mantém seus níveis de vitamina D acima de 50 são de no mínimo 63%!!

E a cada 2 dias de uso de um antibiótico, o corpo humano leva 1,5 ano para refazer a sua flora bacteriana essencial à nossa saúde tamanho é o impacto negativo dessas substâncias dentro de nós. E suplementar vitamina D em altas doses não somente é algo fisiológico para o corpo como extremamente barato (fornecido até por posto de saúde se o médico prescrever) e vantajoso!

Fontes:

-Vitamin D3 and gargling for the prevention of upper respiratory tract infections: a randomized controlled trial

Emma C Goodall1, Andrea C Granados23, Kathy Luinstra3, Eleanor Pullenayegum14, Brenda L Coleman56, Mark Loeb1789 and Marek Smieja

-http://www.vitamindcouncil.org

-http://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/24593793/

-Association Between Serum 25-Hydroxyvitamin D Level and Upper Respiratory Tract Infection in the Third National Health and Nutrition Examination Survey. Arch Intern Med. 2009;169(4):384-390. doi:10.1001/archinternmed.2008.560.

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